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A filha de Clóvis foi para a casa do pai com 14 anos. Chegou mal vestida, dentes cariados, Cheia de gírias e manias. Clóvis até ali não havia tido muito contato com a filha.
Ele encaminhou-a ao dentista, deu-lhe um banho de loja e matriculou-a numa escola mais conveniente. Pagou-lhe cursos de inglês, esportes e outras coisas. Desdobrou-se em gentilezas e carinho. Tantos direitos geraram alguns deveres, como estar em casa dentro de determinados horários, manter as obrigações escolares em dia e não sair sem permissão. Essa falta de liberdade aumentaram a rebeldia da menina. Como ela passava muitas horas ao telefone, certa vez, Clóvis resolveu escutar na extensão. A menina dizia horrores sobre a vida nova que levava com o pai. Morando com a mãe, gozava de muita liberdade. Saía a hora que bem entendesse e não dava satisfações para ninguém.
Frustrado, triste e magoado, Clóvis me ligou do Brasil para pedir conselho. Sinceramente não soube o que dizer...
Educação, respeito e ética são coisas que devemos ensinar desde a mais tenra idade. Nunca é tarde para ensinar coisas boas e edificantes, mas dependendo do caso a tarefa torna-se muito árdua.
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