quinta-feira, 28 de julho de 2011

A parábola da cobra

O mês de Julho foi bem atribulado para mim. Muito trabalho, poucas compensações e vários dissabores. Não bastasse as preocupações que já tenho, ainda sou forçado a aguentar os desaforos de pessoas sem nenhum pingo de bom-senso. Mesmo morando no Japão, as vezes algumas pessoas ainda me alcançam através de e-mails, ou mensagens pelo Orkut. Lançam ofensas infundadas e tornam o mundo virtual um palco para despejar suas frustrações.

Um fato curioso que ocorreu esta semana foi o telefonema de um amigo que mora no Brasil.

Vamos chamá-lo de Clóvis. Um sujeito que se separou da primeira esposa e reconstruiu sua vida com outra mulher. A segunda esposa, esforçada e inteligente, sempre o apoiou. Ele Voltou a estudar, se formou, abriu uma empresa e sua vida deu uma grande guinada. Hoje ele é relativamente bem de vida. A ex-mulher, no entanto, continua na mesma situação deplorável. Reclama da vida e de suas frustrações. Apesar dos 1200 Reais que ele manda para sustentar a única filha que mora com a mãe em casa própria comprada por ele e pelo carro que ele deixou para elas, ela só reclama que não tem condições de cuidar da filha. Clóvis pagava as mensalidades escolares, o plano de saúde para ambas e as despesas extras como material escolar, passeios de férias entre outras coisas. A mãe, uma mulher desprovida de vergonha, no alto de seus 35 anos alega depressão e não trabalha. Reclama que o que Clóvis faz “pela filha” é insuficiente. Não deu outra... Clóvis alegou que se ela não podia cuidar da filha, que mandasse-a para a casa dele que ele se encarregaria de cuidar dela. CONTINUA=>

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