Transcrevo abaixo uma questão que enviei para a Revista Alternativa (da qual sou muito fã), mas que infelizmente ainda não obtive resposta.
Observação: no título, as aspas na palavra higiênico foram colocadas propósito.
Olá pessoal da Alternativa.
Moro uns vinte anos no Japão, mas periodicamente volto ao Brasil para visitar familiares e
resolver assuntos que ficam pendentes devido a minha ausência.
Sou fã da revista e sempre que posso, leio ao menos as colunas mensais.
Noto que o Brasil tem obtido um crescimento muito grande nestes últimos anos e que muitas tecnologias
que antes demoravam para chegar, agora chegam poucos meses depois. A globalização trouxe grandes avanços
na parte de tecnologia, comunicação e medicina, mas tenho uma questão simples e que não consigo achar resposta.
Gostaria que as colunistas Priscila Hayashi e Fátima C. Cardoso, pelas quais tenho muito respeito, expressassem suas opiniões...
Por que o Brasil do século XXI, na condição de país gerador de riquezas e de capital ainda usa o papel higiênico
de jogar na cestinha, ao invés de usar o do tipo solúvel que vai junto com a descarga? Custos e falta de Know-how
talvez não sirvam como desculpa, visto que temos (apesar de toda miséria) uma classe C acendente e muitas pessoas
de classe média que consumiriam tal produto, que ao meu ver, é muito mais prático e higiênico.
No aguardo de vossa resposta, desde já agradeço.
Atenciosamente,
Denis Jum Nishimura.

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